Clube da luluzinha
segunda-feira, 4 de julho de 2011
O que há de melhor em mim
A melhor parte de mim é você.
É o que me inspira, que me dá força, me dá esperança.
É a metade que me completa e que ao mesmo tempo se funde e me transforma.
É o que me traz paz, me dá sossego, me dá vontade.
É tudo que se pode querer.
Um abraço que me cobre, um sorriso que enaltece, um beijo que me salva.
É o melhor que há em mim.
É tudo que me falta, é tudo que me sobra.
É a gentileza sutil que inspira um sorriso, a força que me faz querer ser sempre melhor.
A vontade que me dá de correr riscos, de tentar novamente, de querer vencer limites.
É o bom da vida que muitos não vêem. A sutileza no olhar que falta em quem não ama.
É o gostinho bom que só sente quem se apaixona várias vezes pela mesma pessoa.
É a certeza diante de tantas incertezas.
A paz que eu quero pra quem eu quero bem.
Você é a personificação dos meus melhores sonhos.
Eu preciso de você!
Eu tenho medo da solidão! Medo de ficar sozinha, de caminhar sem rumo, de viver sem destino. Acho que nada mais me causa tanto medo do que isso.
Sei lá se isso é coisa de canceriana, essa necessidade de estar sempre rodeada de pessoas que eu amo. Mas eu tenho medo de ficar sozinha!
Acho que por isso eu procuro sempre estar com as pessoas que eu gosto. Por isso eu sempre ligo, eu sempre quero marcar um encontro, eu sempre quero estar perto.
Muitos dos meus amigos não sabem o quanto eu os amo. E como eu sou boa nesse negócio de amar! Eu amo mesmo, com todas as minhas forças, com todo o meu apreço.
Não interessa se é aquele amigo que não vejo com tanta frequencia. Amigo pra mim é amigo. Eu sempre vou estar aqui pro que der e vier. E como me sinto feliz quando recebo um pedido de ajuda, um colinho, um conselho... ah como isso me faz feliz!
Amigo é o irmão que Deus te permitiu escolher. E não há amor maior do que esse.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Sensações
O que te emociona?
Uma tarde fria e chuvosa? Uma rosa? Um reencontro? Uma poesia? Uma música? Um cachorro na vitrine do pet shop? Uma foto antiga? Um bilhetinho amassado? Um presente? Um bebê?
Ah, tanta coisa me emociona! Tudo isso pode me arrancar um sorriso, uma lágrima, um apertinho gostoso no peito .
Não espere pra ser feliz numa manhã ensolarada de domingo. Você pode se sentir completo numa tarde de quinta extremamente gelada e chuvosa. Nossos planos nem sempre seguem os rumos que traçamos.
Permita-se sentir o quão é valioso estar vivo, estar bem.
Emocione-se mais. Viva mais.
terça-feira, 28 de junho de 2011
O amor tira férias!
O amor não tira férias! Será?
Será que amor resiste intacto a tudo? Será que ele acaba? Será que ele pode abster-se por um tempo, mas mesmo assim continuar existindo?
Eu acho mesmo que amor de verdade é eterno! A gente muda as prioridades mas não os sentimentos. Porque amor quando é pra ser, é!
Um relacionamento conturbado (ou morno) pode desgastar até mesmo o amor, até porque ninguém é exatamente do jeito que o outro quer. Um esquecimento aqui, um descuido ali... e já julgamos que o amor acabou. Esquecemos de tentar de novo, de conversar e esclarecer o que está nos deixando triste, irritado. E mais uma coisinha acontece aqui, e mais uma irritação que passou e você não achou necessário falar. E uma saidinha a um barzinho com os amigos que você não aprovou, mais uma bebedeira que você não acompanhou (e nem achou graça), mais um dia sem te ligar... e pra você acabou! Porque amor não é assim! Você viu naquele filme que amar é fazer tudo que o outro quer, é fazer tudo juntinho, é falar todo dia que ama, é mandar flores, trocar mensagens apaixonadas o dia todo! Pra você, se não for assim, não vale a pena.
E você vai viver a sua vida, trilhar seu caminho, afinal, o "grande amor da sua vida" deve estar por vir. E os dias vão passando, os meses, os anos. E você conhece alguém interessante mas que não está tão afim assim, um outro alguém que mora muito longe, um outro que mora perto mas que está "bem distante", e começa a lembrar daquele amor que você deixou pra trás. E você esquece de tudo aquilo que não te agradava. E tenta voltar, mas agora quem não quer é ele. Você chora, ele não quer conversar. Você se lamenta, ele segue em frente. Você se culpa, porque não tentou mais um pouquinho. E agora você sabe que podia ter tentado mais. Devia ter conversado mais. E você chora!
E agora você sabe que aquilo era amor. Que não houve traição, não houve falta de respeito, e que isso é tudo. Que o mais importante ainda está intacto! Mas você não falou o que queria que ele mudasse! Você só esperou. Esperou ele perceber sozinho, ele mudar sozinho, e na verdade as coisas não acontecem assim.
E você descobre que o amor é tudo isso e um pouquinho mais. É o convívio diário, é entender, é questionar, é apoiar, é discordar, é discutir, é acolher, é escutar, é ouvir o que não se quer...
O amor pode sim tirar férias, e mesmo assim continuar ali, esperando uma segunda chance e uma nova história.
Será que amor resiste intacto a tudo? Será que ele acaba? Será que ele pode abster-se por um tempo, mas mesmo assim continuar existindo?
Eu acho mesmo que amor de verdade é eterno! A gente muda as prioridades mas não os sentimentos. Porque amor quando é pra ser, é!
Um relacionamento conturbado (ou morno) pode desgastar até mesmo o amor, até porque ninguém é exatamente do jeito que o outro quer. Um esquecimento aqui, um descuido ali... e já julgamos que o amor acabou. Esquecemos de tentar de novo, de conversar e esclarecer o que está nos deixando triste, irritado. E mais uma coisinha acontece aqui, e mais uma irritação que passou e você não achou necessário falar. E uma saidinha a um barzinho com os amigos que você não aprovou, mais uma bebedeira que você não acompanhou (e nem achou graça), mais um dia sem te ligar... e pra você acabou! Porque amor não é assim! Você viu naquele filme que amar é fazer tudo que o outro quer, é fazer tudo juntinho, é falar todo dia que ama, é mandar flores, trocar mensagens apaixonadas o dia todo! Pra você, se não for assim, não vale a pena.
E você vai viver a sua vida, trilhar seu caminho, afinal, o "grande amor da sua vida" deve estar por vir. E os dias vão passando, os meses, os anos. E você conhece alguém interessante mas que não está tão afim assim, um outro alguém que mora muito longe, um outro que mora perto mas que está "bem distante", e começa a lembrar daquele amor que você deixou pra trás. E você esquece de tudo aquilo que não te agradava. E tenta voltar, mas agora quem não quer é ele. Você chora, ele não quer conversar. Você se lamenta, ele segue em frente. Você se culpa, porque não tentou mais um pouquinho. E agora você sabe que podia ter tentado mais. Devia ter conversado mais. E você chora!
E agora você sabe que aquilo era amor. Que não houve traição, não houve falta de respeito, e que isso é tudo. Que o mais importante ainda está intacto! Mas você não falou o que queria que ele mudasse! Você só esperou. Esperou ele perceber sozinho, ele mudar sozinho, e na verdade as coisas não acontecem assim.
E você descobre que o amor é tudo isso e um pouquinho mais. É o convívio diário, é entender, é questionar, é apoiar, é discordar, é discutir, é acolher, é escutar, é ouvir o que não se quer...
O amor pode sim tirar férias, e mesmo assim continuar ali, esperando uma segunda chance e uma nova história.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Eu gosto é da emoção!
Eu gosto é das estradas com curvas! As retas podem ter a emoção da velocidade, mas não tem a loucura da surpresa, da incerteza do que se pode encontrar depois da curva, depois da mudança. Gosto das coisas que acontecem sem previsão, que quase sempre são surpreendentes. Como aquela noite que não havia nada combinado e uma simples saidinha se torna uma noite inesquecível, daquelas que sempre serão lembradas com tanta saudade. Gosto das reviravoltas que a vida nos proporciona. Dos casos que pareciam perdidos e de repente se tornam grandes histórias de amor. Sem forçar a barra, sem apelos, apenas acontecem. E gosto também de estradas novas, de caminhos desconhecidos, de horizontes diferentes. Gosto dessa sensação de que não sabemos tudo, de que nossas previsões podem às vezes não ter sentido algum. De que existe algo ou alguém comandando nossos destinos e escrevendo nossa história. Gosto da sensação de que o que for pra ser será, mesmo sabendo que a gente nunca sabe o que "será". Gosto das ligações inesperadas de alguém que você gosta tanto, de encontrar aquele amigo tão querido mas que pelos percalços da vida tomou caminhos diferentes dos seus, daquele abraço gostoso mesmo depois de tantos anos...
Eu gosto mesmo é da sensação de que a vida sempre vale a pena!
Eu gosto mesmo é da sensação de que a vida sempre vale a pena!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Enquanto houver sol...
Por quê? Não me resta outra pergunta a não ser esta: porquê? Por que as pessoas aceitam essas mixarias da vida? Por que é tão difícil aceitar o que é inevitável: as pessoas não se apaixonarão por você da mesma maneira que você pode se apaixonar por elas. O mundo não funciona assim!
Será que é tão insuportavel assim viver se "aquela" pessoa não quiser ficar com você?
E o seu trabalho? E a sua família? E os seus amigos? E você com você mesmo?
Se você me responder que seu trabalho é uma droga, sua família não é tão próxima assim quanto você gostaria e seus amigos estão muito ocupados vivendo a vida deles e cuidando dos seus problemas, certamente você não se ama o quanto deveria.
Será que você está se dedicando o suficiente nessas outras áreas da sua vida? Ou será que você anda descontando no seu trabalho, nos seus parentes, nos seus amigos, e, principalmente, em você mesmo as dores de um amor que já acabou (e só você não percebeu!)?
Abra as janelas da sua alma e deixe o vento soprar o que não te serve mais, o que não te acrescenta. Pare de olhar pra trás. Olhe mais pro seu lado, pra quem sempre esteve ali e você nem percebeu.
Pra tudo existe um jeito. É só querer, e fazer alguma coisa. A inércia não vai te levar a lugar algum.
Cuide de você, se ame! Não é você quem dita as regras no mundo. Cuide de uma coisa de cada vez.
Será que é tão insuportavel assim viver se "aquela" pessoa não quiser ficar com você?
E o seu trabalho? E a sua família? E os seus amigos? E você com você mesmo?
Se você me responder que seu trabalho é uma droga, sua família não é tão próxima assim quanto você gostaria e seus amigos estão muito ocupados vivendo a vida deles e cuidando dos seus problemas, certamente você não se ama o quanto deveria.
Será que você está se dedicando o suficiente nessas outras áreas da sua vida? Ou será que você anda descontando no seu trabalho, nos seus parentes, nos seus amigos, e, principalmente, em você mesmo as dores de um amor que já acabou (e só você não percebeu!)?
Abra as janelas da sua alma e deixe o vento soprar o que não te serve mais, o que não te acrescenta. Pare de olhar pra trás. Olhe mais pro seu lado, pra quem sempre esteve ali e você nem percebeu.
Pra tudo existe um jeito. É só querer, e fazer alguma coisa. A inércia não vai te levar a lugar algum.
Cuide de você, se ame! Não é você quem dita as regras no mundo. Cuide de uma coisa de cada vez.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O que o amor tirou de mim (Marla de Queiroz)
O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta.
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